Site para dermatologista: o que não pode faltar

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Site para dermatologista: o que não pode faltar

Dermatologia é uma das especialidades mais disputadas da internet — e também uma das mais fiscalizadas. Quem trabalha com estética e saúde da pele convive todos os dias com um cenário contraditório: o Instagram lotado de concorrentes (muitos fazendo o que não podem), pacientes que chegam ao consultório citando posts de terceiros, e a dúvida constante sobre o que pode ou não publicar.

Nesse contexto, depender só do Instagram é o primeiro erro. A rede social empresta o alcance, mas não empresta a autoridade: o perfil é seu, a distribuição é do algoritmo. Enquanto isso, o paciente que decide de fato marcar uma consulta faz outra coisa — ele pesquisa “dermatologista em [cidade]” no Google, compara sites, lê sobre o médico e só então agenda. Quem não tem site, ou tem um site genérico e lento, perde esse paciente antes mesmo de disputar.

E há um segundo problema: o antes/depois. É a ferramenta de demonstração mais natural da dermatologia, mas tem regra rígida no CFM. Um site bem construído resolve os dois lados — te coloca no Google e publica seus resultados dentro da conformidade.

O que não pode faltar no seu site

Este é o checklist do que um site de dermatologista precisa ter para funcionar — tecnicamente, em SEO e em compliance:

1. Identificação com nome, CRM e RQE

A Resolução CFM nº 2.336/2023 exige que toda peça publicitária médica — inclusive site — identifique o médico com nome completo, número do CRM e estado de registro. Para o dermatologista, o RQE (Registro de Qualificação de Especialista) em Dermatologia deve aparecer junto. Sem isso, o site já nasce irregular.

2. Especialidade declarada — apenas com RQE

Só pode se anunciar como dermatologista quem possui o RQE da especialidade. Parece óbvio, mas é uma das infrações mais comuns: médicos sem título de especialista se divulgando como tal. Se você tem o RQE, exiba-o. Se atua em dermatologia sem o título, o site precisa descrever sua atuação sem usar a palavra “especialista” — e um bom gerador de sites médicos cuida dessa nuance automaticamente.

3. Galeria de procedimentos em conformidade com o art. 14

O artigo 14 da Resolução 2.336/2023 regulamenta a divulgação de imagens de antes e depois. Na prática, para o site:

  • Fotos apenas de pacientes que você mesmo atendeu — nada de banco de imagem ou foto de fornecedor;
  • Consentimento documentado do paciente para a divulgação;
  • Sem promessa de resultado — as imagens ilustram, não garantem;
  • Contexto técnico junto às imagens: procedimento realizado, número de sessões, intervalo entre as fotos;
  • Sem filtros, retoques ou montagens que distorçam o resultado;
  • Nada de sensacionalismo na legenda — tom técnico, sempre.

A galeria de procedimentos é o maior ativo de conversão de um site de dermatologista — e também o maior risco jurídico se feita de qualquer jeito. Os dois extremos são ruins: não ter galeria nenhuma, ou ter uma galeria fora da regra.

4. Convênios e formas de atendimento

Informação banal, mas decisiva: boa parte das buscas por dermatologista inclui o convênio (“dermatologista Unimed + cidade”). Se o seu site não diz quais convênios você aceita — ou se atende só particular —, o paciente não sabe se deve ligar. Liste convênios, valores aproximados de consulta se desejar, e deixe claro o modelo de atendimento.

5. Localização e SEO local

Dermatologia é um serviço de proximidade. O site precisa ter endereço completo, mapa integrado, bairro e cidade em texto (não só em imagem), e consistência com o Google Meu Negócio. É isso que alimenta as buscas “perto de mim” e o pacote local do Google — e é a mesma informação que os assistentes de IA leem quando alguém pergunta por um dermatologista na sua cidade.

6. Agendamento online

O paciente que encontrou seu site às 22h quer resolver na hora. Botão de agendamento visível em todas as páginas — integrado à sua agenda ou, no mínimo, ao WhatsApp — é o que transforma visita em contato. Site sem caminho claro de agendamento é panfleto, não ferramenta de trabalho.

7. Blog de educação dermatológica

Melasma, acne adulta, protetor solar, queda de cabelo, psoríase: os pacientes pesquisam os sintomas antes de pesquisar o médico. Um blog com conteúdo educativo — escrito por você ou aprovado por você — captura essas buscas informativas e apresenta o dermatologista como referência antes da primeira consulta. É o que sustenta o SEO no longo prazo.

8. Velocidade, principalmente no mobile

Mais de 70% das buscas por médicos acontecem no celular, muitas em 4G. Se o site demora mais de 2–3 segundos para carregar, o paciente volta para o Google e clica no concorrente. Velocidade também é critério de ranqueamento: um site lento perde duas vezes — no paciente e no algoritmo.

Erros comuns em sites de dermatologistas

Erros que afastam pacientes e geram sindicância
  • Antes/depois fora do formato — fotos de banco de imagem, promessa de resultado, legenda sensacionalista, falta de contexto técnico. É a infração mais visível — e a mais fácil de virar sindicância com um print.
  • Site genérico, sem identidade médica — template de estética genérico sem CRM, sem RQE, sem nome do médico em destaque. Além do problema de compliance, o site genérico não ranqueia.
  • Zero SEO local — site sem cidade no título, sem endereço em texto, desconectado do Google Meu Negócio. Invisível nas buscas que geram agendamento.
  • Instagram como presença única — o perfil some do dia para a noite (suspensão, shadowban, mudança de algoritmo) e não carrega nenhum dos elementos obrigatórios. Rede social é canal de relacionamento; site é patrimônio.

Como sair disso em minutos

O tenkosites gera o site do dermatologista a partir de uma conversa: você descreve sua atuação, procedimentos, convênios e cidade, e a IA monta o site já com identificação CRM/RQE, estrutura de SEO local, dados estruturados para as buscas com IA (GEO), agendamento e validação de compliance do CFM incorporada — inclusive nas regras de antes/depois. Sem programador, sem agência, sem meses de espera.

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